"«Mudam-se os tempos», mas nem sempre se muda a «vontade». E o que parecia ser a atitude mais normal, face ao actual progresso médico-científico, não corresponde a maior parte das vezes à realidade. Ainda se vive com «medos, vergonha, discriminação, estigmas», em particular no que respeita à «doença mental». Situações de que a sociedade e as famílias, em ambientes urbanos, ainda não conseguiram libertar-se de todo. «Infelizmente, verifica-se isso pela dificuldade das pessoas em irem ao médico psiquiatra, medo de ser apelidado louco, um preconceito secular, mas que, hoje, não é admissível», considera o conceituado psiquiatra português Adriano Vaz Serra". Ler mais »
Fonte: Jornal da Madeira | 2011-03-28
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